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World Press Cartoon 2011

11 Apr

A 7ª edição do World Press Cartoon, a mais importante exposição internacional de desenho de imprensa em todo o mundo, premeia mais uma vez os melhores trabalhos de cartoon editorial, caricatura e humor produzidos e publicados em jornais e revistas.

Este ponto de encontro anual do humor gráfico de imprensa é uma iniciativa que tem como objetivo ser um espelho da realidade mundial e da qualidade dos desenhos de humor gráfico de imprensa. Os trabalhos apresentados este ano têm como temas dominantes a pedofilia, o aquecimento global e o caso Wikileaks, mas não é apenas a atualidade internacional que é desenhada, também a situação política, social e económica de Portugal foi fortemente satirizada.

O olhar mordaz dos cartoonistas proporciona assim uma retrospetiva humorística do que foi o nosso Mundo ao longo do ano nas mais diversas esferas e panoramas.

O World Press Cartoon 2011 recebeu um total de 822 desenhos de 462 autores de várias nacionalidades cujas obras foram publicadas em jornais e revistas oriundos de mais de 70 países, tendo o júri – composto por António (cartoonista do Expresso), Ralph Steadman, Anita Kunz, Alessandro Gato e Cecile Bertrand – completado a árdua tarefa de selecionar apenas 401 trabalhos, agora expostos.

«É nossa convicção a promoção do cartoon enquanto género jornalístico, prestigiando o desenho de humor na imprensa, premiando o mérito e o talento dos melhores e elevando a liberdade de expressão enquanto valor inalienável da dignidade humana» afirmou António Antunes, um dos organizadores do evento, destacando a qualidade de todas os desenhos recebidos.

O cartoon Wikileaks and Uncle Sam, do australiano David Rowe, conquistou o Grand Prix desta edição. Primeiro lugar na categoria de Cartoon Editorial, o desenho que retrata um dos temas mais polémicos de 2010 foi considerado o grande vencedor, ficando à frente do polaco Pawel Kuczynski e do mexicano Alecus.

Também o talento português foi reconhecido na categoria de Caricatura, através de um retrato de D. João I, rei de Portugal, publicado na revista Notícias Magazine, da autoria do ilustrador João Vaz de Carvalho. Em Desenho de Humor, o grande destaque vai para o brasileiro Samuca, com o cartoon Pedofilia, publicado no Diário de Pernambuco, uma interpretação dos escândalos de pedofilia na Igreja Católica.

O jornal Expresso reuniu as obras deste ano no livro Os Autores World Press Cartoon 2011, que pode ser adquirido a partir de 16 de abril e até 30 de junho, os 401 desenhos selecionados poderão ser vistos em Sintra, no Museu de Arte Moderna.

+++Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.+++

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Palmo e meio de criatividade

8 Apr

O «Mês do Livro» e o «Mês da Imprensa» vão ser comemorados pelo KidZania no mês de abril e maio. O objetivo é incentivar os mais novos a mostrarem os seus trabalhos na área da escrita,especialmente no formato de uma história, e no jornalismo na redação de um artigo. Assim, as crianças podem fomentar um espírito crítico e criativo mais apurado. O desafio conta com a colaboração do Expresso, da Visão e ainda da Plátano Editora.

A meta dos mais jovens é o chamado prémio KidZanitZer. Para além disso, os vencedores do concurso habilitam-se a ganhar entradas no parque temático do Dolce Vita Tejo e ainda 500 kidZos, a moeda oficial do parque. Segundo a organização, o concurso funcionará em paralelo com o programa lecionado nas escolas, para assim se criar um ambiente de atividades lúdicas e divertidas. Essas atividades estarão interligadas com os estabelecimentos direcionados para a edição de livros e de imprensa.

KidZania é um parque temático que engloba miúdos e graúdos. Nesta pequena cidade, são desenvolvidas diversas atividades profissionais que funcionam em parceria com o enorme leque de serviços que compõe o parque: discotecas, hospitais, bombeiros, supermercados, zonas industriais e outros. São estas pequenas brincadeiras que vão fazer com que as crianças estabeleçam uma maior interação com o meio ambiente,  com o mundo do trabalho e com a cidadania.

+++Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico+++

Nilton: dez anos standing up

22 Mar

Nasceu em Angola mas foi desde cedo que veio para Portugal, o país que se serviu do seu talento para enriquecer um pouco mais o mundo das artes. Nilton começou como disco jóquei com apenas 17 anos, idade em que a adrenalina da descoberta lhe corria no sangue e partiu para Albufeira para trabalhar nesta área. Contudo, a sua perspicácia estendeu-se a outras vertentes, como a decoração de interiores. «Sempre me interessei por arquitetura e sempre gostei de desenhar, mesmo sem nunca ter estudado», realça. Mostra-se, pois, polivalente, sem nunca esquecer a escrita por quem afirma ter uma «veia a chamar por mim».


Mas o stand-up comedy foi o salto para o estrelato e para a consolidação da carreira que completou, no dia de ontem, dez anos de existência. Foi nos anos 90 que o comediante ficou apaixonado pela arte de «uma pessoa sozinha num palco durante duas horas [estar] só ali a falar». O seu sonho estava, então, encontrado: «foi aí que decidi que queria fazer stand-up». Sonho que fora impulsionado por um CD do Robin Williams, que lhe tinha sido oferecido, apresentando um espetáculo de stand-up comedy no Metropolitan Opera House.

Contudo este sonho sempre se deparou com diversos obstáculos. «Contar anedotas» era como o seu trabalho era rotulado, quando passava pelas ruas (des)alinhadas do Bairro Alto para entregar os seus vídeos. O conceito de fazer rir “em pé” era muito pouco divulgado em Portugal e a inocente ignorância esbatia a crença numa área que ainda estava em expansão. «Tolo», como muitos o chamavam, começou a atuar no stand-up comedy em 1997, somente uma vez por ano, na Câmara de Portimão. O único sítio que lhe cedeu um espaço. E Nilton explorou-o ao início «como uma brincadeira» tornando-a, depois, num rito. Um rito que hoje se mantém vivo.

Pioneiro no stand-up comedy português, Nilton viu o seu trabalho cada vez mais consolidado quando, em 2000, se mudou para a capital e o Teatro A Barraca lhe estendeu a mão ao apostar no seu talento após a visualização de uma gravação sua. Os primeiros passos da sua carreira, apesar de pesados, estavam dados.

Ganhava cem euros por noite  n’A Barraca e passou para o Estoril. Júlio César e Raul Solnado foram ao Teatro lisboeta e «acharam-me engraçado», declara. «Levaram-me para o Casino Estoril, onde me pagavam por noite aquilo que eu pensava que me iam pagar por mês». Com apenas 28 anos, Nilton trabalhava num mundo que o fascinara quando estava na adolescência e via o seu talento a ser espalhado por todo o país e quiçá pelo mundo, visto que já tinha lançado dois DVD’s de stand up comedy, os únicos DVD’s portugueses existentes em Portugal.

Motivo para se orgulhar não lhe faltava. Estabelecendo uma ligação fortíssima com a escrita, um canto recôndito onde se dedica a todo o tipo de literatura, muitas vezes em anónimo. Nilton começou a dedicar-se à caneta e ao papel, que se tornaram amigos fiéis do «stand-up comedian», como se gosta de caracterizar. Confessa ser um workaholic que tem que estar sempre a «apontar piadas enquanto leio ou vejo televisão» e desabafa que se sente bem no palco, que é «uma luta de boxe» onde «não há deixas, não há contracena. Estás ali sozinho: és só tu, o micro e a plateia», afirma.

«Quanto mais antagónicas forem as conexões entre os dois pontos, maior será a surpresa e melhor será a piada». Esta é a receita para o sucesso no mundo da comédia. O humorista que conta já com 10 anos de carreira, é apresentador do 5 para a Meia Noite e membro da banda Maria Amélia, em parceria com Martim, o seu contrabaixista. Duas chaves de ouro no seu recheado curriculum que ainda deixa espaço para mais projetos. E é assim que, «sugando o dia a dia», Nilton faz jus ao espetáculo que alimenta a sua vida: entre risos e gargalhadas, dez anos se passaram e o certo e incerto foram, pois, trocados, para alcançar o sonho.

(Todas as citações pertencem à entrevista publicada na edição online do Expresso do dia de ontem, 21 de março)

+++Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico+++

Cândida Pinto

5 Mar

Rádio, imprensa, televisão. Cândida Pinto passou por vários meios de comunicação mas foi no pequeno ecrã que se consagrou como uma das mais conceituadas e premiadas jornalistas portuguesas. Licenciada em Comunicação Social pelo Instituto de Ciências Sociais e Políticas, cedo mostrou o seu interesse pelo jornalismo. Começou na Antena 1, ainda como estagiária, e passou pela TSF antes de chegar à RTP, onde se iniciou no jornalismo televisivo e o assumiu como prioridade na sua carreira.

Dedicada quase exclusivamente à produção de reportagens, Cândida Pinto acompanha o nascimento do primeiro canal privado da televisão portuguesa e junta-se à SIC em 1992, estação onde se notabilizou. A reportagem de guerra foi o segundo grande pilar do seu percurso e fê-la passar por cenários como Angola (1994), Guiné (1998), Kosovo (1999), Timor e Afeganistão (2001).

A sua rápida ascensão na Sociedade Independente de Comunicação valeu-lhe o cargo de Diretora da SIC Notícias, em 2001, proposta que representou uma viragem na sua carreira e que foi encarada como um grande desafio. Fiel à sua paixão, colaborou ainda com a BBC rádio e deixa a televisão em 2005 para se tornar subdiretora do Expresso, onde voltou a fazer valer a aposta do grupo Impresa no seu rigor e objetividade.

De regresso aos estúdios, assume, em 2008, o comando da Grande Reportagem (SIC), funções que ainda ocupa atualmente e que lhe asseguraram o reconhecimento dos seus pares. Entre outros prémios e menções, o relato do dia a dia dos jovens órfãos de Moçambique na reportagem Eu e os meus irmãos foi distinguida com o prémio AMI – jornalismo contra a indiferença, marcando o registo que sempre seguiu no acompanhamento de realidades complexas e desconhecidas do grande público.

Mulher dos sete ofícios e cidadã do mundo, Cândida Pinto não recusa o acompanhamento da cena internacional. A prova disso é que está neste momento na Líbia a acompanhar todos os conflitos e a assistir aos massacres que tantas vezes marcaram os seus trabalhos. “É um privilégio ser testemunha direta do que muda no mundo”, afirma.

Questionada pelo Clique acerca do futuro do jornalismo em Portugal, Cândida Pinto confessa que espera mais rigor e investigação. Numa altura em que tanto se fala de uma crise de valores e do próprio sistema mediático, fica o apelo e o desejo de uma das mais notabilizadas jornalistas portuguesas.

Oito de março, oito mulheres

+++Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.+++

Expresso chega ao número 2000

26 Feb
por Liliana Borges |

As 2000 publicações que o Expresso cumpre hoje, dia 26 de fevereiro, assinalam “a continuidade da marca Expresso” segundo o Presidente do Grupo Impresa, Francisco Pinto Balsemão. Para demonstrar essa continuidade mas apresentar-se “atual, relevante e útil”, nas palavras de Ricardo Costa, o Expresso avançou com uma campanha publicitária que invadiu os outdoors e media com figuras públicas que se destacam na sociedade portuguesa. Representando as áreas mais distintas Mário Soares, António Horta Osório, Mariza e Ricardo Araújo Pereira tomaram um exemplar do Expresso em que foram capa, respetivamente no Primeiro Caderno, Economia, Atual e Única.

Consciente de que “os jornais estão num momento relativamente complicado na sua história”, Ricardo Costa defende que um jornal se saber reinventar para o futuro: “O mercado não diminuiu, mudou foi de configuração”. Esta edição contará com alterações gráficas, renovação do site, novos conteúdos e uma equipa de novos colunistas. Sendo o Expresso um jornal que procura compreender uma larga faixa etária há uma preocupação de o tornar abrangente e por isso a nova equipa, que ainda não está fechada, apresentará nomes como Mário Crespo, Nuno Markl, Pedro Mexia, Sérgio Godinho, Guta Moura Guedes e Luís Cabral.

Na campanha publicitária coube a Francisco Pinto Balsemão apresentar uma das grandes novidades da edição de sábado, a versão IPad. Esta aplicação entrou em linha no dia 24 de fevereiro e tem disponível uma versão gratuita com os quatro cadernos. Hoje a aplicação irá custar 0,79€ e já terá sete cadernos, em que as quatro principais serão acompanhadas pela Revista Especial 2000, pelo caderno de Emprego e pela revista especial da Fnac. Para o assinante do e-paper , a versão eletrónica da edição impressa, o acesso à versão Ipad será gratuito.

Para Mário Soares o Expresso é “poucos jornais que nós temos que dá uma informação muito variada e objetiva” e passando pelos 38 anos de publicações, o jornal oferece hoje aos leitores uma revista especial com a evolução dos principais acontecimentos, desde a sua fundação, a 6 de janeiro de 1973, até à atualidade. A Revista 2000 mostra assim as diferenças que acompanharam a evolução do jornal.

Para além de todas estas novidades, o semanário mais lido de Portugal irá continuar a presentear os seus leitores com as já habituais coleções. A partir de dia 5 de março será lançada uma coleção de biografias de figuras incontornáveis da História, onde contarão nomes como: Gandhi, Che Guevara e Fernando Pessoa, num total de oito publicações.

Ontem, às 23 horas, na SIC Notícias, o programa “Expresso da Meia Noite” apostou numa interação com o público, podendo o espetador colocar questões e intervir através da rede social Twitter. A acompanhar este processo esteve também o blogue “Minuto a Minuto”. Esta iniciativa será repetida na próxima semana, dia 4 de março.

 

+++Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.+++

Quando o jornalismo se torna notícia

26 Feb
por Ricardo Soares, Editor de Atualidades |

O sistema de Media está em mudança, é um facto. E por muito transtorno que isso cause a alguns senhores, aqueles que gerem as empresas dos meios de informação, que não sabem como responder ao novo paradigma que envolve o jornalismo, não há volta a dar. A evolução não pára, e o pior, é que não vem com instruções.

É verdade que as mudanças trazem novos desafios aos jornais, e que muitos anteveem a morte do papel, passando os dedos escurecidos de tinta do jornal devido ao folhear das páginas a memórias. Memórias do que era tomar conhecimento do estado do mundo e do país na textura das páginas, das linhas e das letras com que as notícias vinham a público. Mas também existe outra verdade incontornável: o que tem qualidade perdura no tempo. E falo do Expresso em Portugal e da Folha de São Paulo no Brasil.

Estes dois jornais são a prova de que independentemente das mudanças que a História um dia narrará, o que tem qualidade perpétua na linha do tempo. Aqueles que são os principais jornais de referência nos seus respetivos países estão por estes dias de parabéns. A Folha comemorou 90 anos no passado dia 19, tendo durante a semana que passou realizado uma série de ações em honra da data. O Expresso publica hoje a sua edição 2000, um número redondo e bem expressivo da longevidade do semanário mais lido em Portugal.

Independentemente das mudanças estruturais com que o jornalismo se está a deparar, fica bem patente que a qualidade vence os obstáculos. Também é verdade que a qualidade não é cega e que deve colaborar com a inteligência, e assim contornar os obstáculos. É neste sentido, que surgem novos formatos para fazer face a novas realidades, como é o caso da edição do Expresso produzida para o iPad, e que teve hoje a sua primeira edição.

Mas nem só de mudanças estruturais vive o jornalismo por estes dias, pois aqueles que dão normalmente as notícias são, por agora, eles próprios notícia.

O cargo de Diretor de Informação foi o centro das atenções. Primeiro a demissão de Júlio Magalhães da TVI, onde desempenhava o cargo, depois a demissão de José Alberto Carvalho da RTP, sendo logo de seguida anunciada a sua contratação pela TVI para desempenhar o cargo na estação de Queluz de Baixo. A TVI resolveu o seu problema, a estação pública ficou com um, agravado pelo facto de Judite de Sousa ter seguido o mesmo rumo.

O Jornalismo está portanto em mutação, a todos os níveis, umas mudanças para melhor, outras para pior, uns respondem afirmativamente, outros negativamente, uns conseguem vencer, outros perdem, outros desistem, e nós (sociedade)? Só pedimos que a qualidade perdure!

 

+++Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.+++

Mais liberdade, menos imprensa

2 Feb
por Patrícia Carmo |

O Século, O Independente, O comércio do Porto. O que têm em comum estes três títulos? Fazem parte do conjunto de afamados jornais portugueses que fecharam portas depois de 1974. Cerca de 20 publicações de expansão nacional e regional não sobreviveram ao pós-25 de Abril e ao afastamento dos leitores.

Hoje muitos defendem que a revolução tecnológica e os novos media são a causa do abandono dos jornais impressos, mas há também quem defenda que os culpados são os próprios jornais pela perda de qualidade. Porém é ainda antes da era da tecnologia que começa a vaga de extinções de jornais em Portugal, com o conturbado período pós-revolucionário.

A abolição da censura, que voltaria no Estado Novo, e a primeira Lei da Imprensa levam ao aparecimento de diversos jornais no século XIX, como é o caso d’ O Primeiro de Janeiro (1869), Jornal de Notícias (1888), Jornal do Comércio (1853), O Comércio do Porto (1854) e O Século (1881). Depois de 1974 a liberdade regressa, mas a par da nacionalização dos principais jornais diários. Em 1977 o Estado decide mesmo suspender O Século e o Jornal do Comércio.

A este quadro juntam-se ainda os vários conflitos entre trabalhadores e administrações que se seguiram à revolução, ligados à luta partidária, dos quais se destacou o “caso República”. Entre diários e semanários, foram nove os jornais de expansão nacional que surgiram e se extinguiram logo nos anos seguintes à revolução. Como exemplos temos O Diário, Jornal Novo, Luta, Página Um, O País.

Com a privatização dos órgãos estatizados e já com a democracia bem alicerçada, nascem periódicos de cariz mais popular (Correio da Manhã em 1979 e Tal & Qual em 1980) e ganha força a imprensa de referência (O Expresso e o Semanário). No entanto, a entrar na década de 90, pelo menos mais 3 jornais deixam de publicar (Diário de Lisboa , Diário Popular e O Jornal). Posteriormente surgem mais projetos, como o semanário “Sol”(2006) e o diário “i” (2009) mas as extinções continuam, com o fecho do Comércio do Porto e d’A Capital em 2005, do Independente em 2006, do Tal & Qual em 2007 e d’O Semanário em 2009.

+++Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.+++